Comunicação política não é agenda — é conexão, escuta e respeito

No episódio de hoje do Moqueca de Política, recebemos Tiago Rocha pra uma conversa que cutuca onde dói: a comunicação política que insiste em viver no século passado. Falamos sobre o erro comum de achar que postar a agenda do político já é “fazer conteúdo”. Não é! O público quer saber o que vai mudar na vida dele — não quantas reuniões o político teve no dia. 🧠 Mas o papo foi além: Tiago trouxe reflexões potentes sobre o desafio de sair das grandes capitais e encarar o conservadorismo ainda muito presente nas cidades do interior. E jogou luz num ponto crucial: a maneira como as pautas étnicas, especialmente indígenas, são tratadas na comunicação pública. 📣 Segundo ele, não dá pra comunicar sem respeitar ritos, tempo e a escuta. Representar não é o suficiente — é preciso inserir os povos no processo criativo, garantindo que suas vozes e tradições guiem o conteúdo que fala sobre eles. 💥 Neste episódio, a gente fala sobre: Por que “agenda cheia” não é sinônimo de conteúdo bom O que realmente importa na comunicação de mandato O desafio de inovar em territórios conservadores Como respeitar as tradições indígenas nas campanhas públicas O papel da liderança em dar respaldo à comunicação moderna e respeitosa 🎧 Dá o play, se inscreve no canal e segue a gente no Instagram: @moquecadepolitica

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